10 de mar de 2010

Sou verdade.


Sou verdade,
quando amanhece na janela que se abre para o horizonte
e não te avisto, me entristecendo...
Sou verdade,
quando tua voz ocupa a minha mente que escuta tua boca falar de amor
e meu coração insiste em te encontrar.
Sou verdade, quando a saudade me faz saber do sabor da lágrima
que a distancia joga no meu rosto...
Sou verdade, quando a gargalhada do hilário ecoa e te alcança.
Sou verdade, que tem nojo do acordar
que traz a realidade que machuca.
Sou a verdade das mentiras dos dias vividos...
Sou verdade que todo novo dia te busca para sempre.
(Fátima - 10.03.2010)

Um comentário:

  1. Você é bem eloquente em seus poemas,não sabia que vc escrevia tão bem.Tambem possuo na alma este pequenino traço de poeta,acredito que na maioria das vezes que tentamos ser forte, la no nosso interior, habita um ser muito fragil esperando ser descoberto, ou não.

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